|
|
|
|
|
|
|
|
|
| Info Exponor |
|
|
|
|
| Chamada local |
|
| |
|
| |
|
FÓRUM confirma valor económico do mar
|
20.06.2011
|
|
|
Visitantes estrangeiros impressionados com o que Portugal já faz em prol da sustentabilidade e aproveitamentos dos recursos marinhos. Certame vai ser reeditado pela AEP e Oceano XXI em 2012.
|
As associações Empresarial de Portugal (AEP) e Oceano XXI fazem um balanço positivo do Fórum do Mar, primeiro evento transversal dedicado à economia do mar realizado no nosso país, que ao princípio da noite deste domingo encerra em Matosinhos. Na avaliação dos organizadores, a “experiência é positiva e para reeditar” já em 2012, assinala José Carlos Coutinho, director-geral da Exponor, o centro de feiras e congressos que desde quinta-feira acolheu a Feira do Mar, com 90 expositores.
Muito networking, alguns negócios fechados, mais projectos partilhados entre universidades, centros de investigação e empresas e um debate de ideias que vai continuar. Estas são razões “mais do que suficientes” para a organização se dar por “satisfeita” e a Exponor enriquecer o seu portfólio com um novo formato, assinala o seu director-geral.
O certame desenrolou-se ao longo de quatro dias, em Matosinhos, e incluiu uma feira de negócios, uma conferência internacional e várias acções de animação sociocultural e de divulgação científica. O interesse dos 45 profissionais estrangeiros que participaram no certame e o “papel agregador” da iniciativa para centros de I&D, universidades, empresas e decisores institucionais (Marinha, nomeadamente) “trazem mais responsabilidades à AEP e à Oceano XXI e justificam que comecemos já a trabalhar na segunda edição”, justifica José Carlos Coutinho.
O balanço dos profissionais estrangeiros que estiveram na feira e participaram na conferência, oriundos de vários países europeus, da África e da Ásia, “é extremamente positivo” e “só por isso” já se justifica o 2.º Fórum do Mar, no próximo ano. Além de encontros de negócios e do intercâmbio de informação, envolvendo indústrias tradicionais, como as da cordoaria, das conservas de peixe ou da reparação naval, até empresas de tecnologias marinhas “do mais avançado que há no mundo”, universidades e centros de conhecimento, entre outros agentes ligados ao mar, foram debatidas ideias, reveladas estratégias e estreitados relacionamentos pessoais, como foi salientado na sessão de encerramento da conferência internacional sobre “Valorização económica e sustentabilidade dos recursos marinhos”, o ponto alto do Fórum do Mar, na última sexta-feira.
Na altura, Luís Valente de Oliveira, administrador da AEP, sublinhou as “vantagens competitivas” para quem consegue somar “ciência, tecnologia, conhecimento e interpretação da História”, o que ali ficou patente.
Tendo-se iniciado com um “apelo ao pragmatismo” e à cooperação entre os diferentes players ligados à economia do mar, a conferência evidenciou a “capacidade de convocação” dos organizadores e “a superabundância e qualidade das contribuições de ilustres académicos e investigadores”.
Valente de Oliveira destacou ainda “o mérito e competência” dos projectos desenvolvidos por universidades e centros de I&D que o certame permitiu revelar e “várias iniciativas empresariais de muito interesse”, em curso, “que têm de ser multiplicadas”, Por isso, sublinhou, “chegou o tempo de aprofundarmos uma estratégia” e de “fazer os estudos que ainda falta fazer” tendo em vista o aproveitamento sustentado dos nossos recursos marinhos. Nesse sentido, o administrador da AEP adiantou que a os organizadores do certame vão editar em livro as conclusões da conferência.
A fechar o encontro, em que participaram mais de 200 especialistas, Paulo Nunes de Almeida, vice-presidente da AEP, disse que as conclusões deverão ser entendidas como um “incentivo para a acção e a cooperação” entre empresas, centros de conhecimento e instituições públicas. “A AEP não tem medo de lançar acções e programas que não são muito falados, de início”, mas que, depois, se vêm a revelar de “extrema actualidade e importância” (exemplificou, a propósito, com a campanha de valorização da oferta nacional “Compro o que é nosso”, lançada há quase cinco anos). “A qualidade da participação no Fórum do Mar é a prova de que o sector tem grande potencial para gerar mais negócios”, enfatizou o vice-presidente da AEP.
|
|
Fonte: AEP
|
|
<< voltar
|
|
|
|